sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Amar quase o tempo todo; às vezes muito, às vezes delicadamente...

Na comemoração dO aniversário, costumamos desejar àqueles com quem nos encontramos - tanto no presente momento como um tantinho mais longe no tempo - um FELIZ NATAL.

Por certo, este ato de desejar aos outros um DIA FELIZ e de recebermos vibrações desta ordem é que aumenta a chance de, realmente, termos uma grande noite, um grande dia... Claro que tem gente que vê esta época com tristeza, com indiferença... Mas pensemos nesta variável depois...

Hoje, por sorte encontrei, no blog do Nassif uns videozinhos de TODO SENTIMENTO - letra já antiga, na qual nunca havia prestado atenção.


Caiu bem para a data! Nos últimos dias - talvez por influência desta importância maior que o calendário ganha nesta época do ano - eu vinha pensando nesta coisa esquisita que são os tempos dos contatos humanos. Pode ser algo rápido e de algum modo superficial, como uma percepção única de alguém numa viagenzinha de metrô ou um encontro de décadas - e pode ser algo mais presente, gente que percorre conosco boa parte da vida, mais ou menos profundamente.

E vai lá o Chico tentar explicar...



Gostava de um jeito simplesmente "porque era ela e porque era eu." E, em sentido contrário, modifica-se o jeito de gostar quando a pessoa já não é mais aquela ou quando aquele já não sou mais eu.



Trata-se de uma evolução...



Sorte daqueles que amam até o tempo da delicadeza seus mais verdadeiros e profundos amores! Tenham eles a duração de um instante, de uma vida ou até mais do que isso...:-)...

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