quinta-feira, 7 de outubro de 2010

MENTIRA PODE DIZER À VONTADE... VERDADE, SÓ ATÉ O PONTO QUE CONVÉM!

Quando montei este blog, uma de minhas intenções era a de deixar de repassar “e mails”, muitas vezes inoportunos, aos colegas, parentes, amigos...

Coisas em que acredito, mas que podem incomodar uns e outros.


O blog é um espaço de visitação espontânea. Frequenta aqui quem quiser e ainda decide se vai perder 30 segundos ou mais alguns minutos.


No entanto, o desrespeito que circula pela internet é muito grande.

Um amigo tem a coragem de colocar como “assinatura” algo como "PT NÃO – ABORTO NÃO!"

E não pensem que trata-se de alguém que seria reputado como inculto, facilmente manipulável...Pelo contrário!


Acabo de lhe enviar o pronunciamento do festejado educador Chalita sobre esta questão.

(e registro que Chalita nunca foi dos meus preferidos – acho muito estranho alguém que nunca amassou o barro em uma sala de aula, cheia de alunos de verdade, ter propostas e sugestões aos professores...)


De qualquer forma, o vídeo é bem elucidativo (disponível AQUI).


Outro ponto que tem me causado muita indignação são os atos dos pregadores da liberdade, que nada tem a ver com o discurso.


Refiro-me à demissão de jornalistas ou articulistas das empresas de comunicação, justamente após terem simplesmente questionado algo "não conveniente" aos interesses dos controladores das empresas.


Temos dois casos recentes:


1) O DO JORNALISTA HERÓDOTO BARBEIRO


AQUI: http://www.cafenapolitica.com/wordpress/?p=1751


2) O DA PSICANALISTA MARIA RITA KHEL

AQUI: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=138840&id_secao=6


E AQUI TAMBÉM: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101002/not_imp618576,0.php

(ESTE TEXTO, DA MARIA RITA, É A PARTE REALMENTE INTERESSANTE DESTE MEU DESABAFO; QUEM PUDER, POR FAVOR, LEIA E REPASSE, CASO CONSIDERE CORRETO O IDEÁRIO NELE EXPRESSO)


Ainda neste mês teremos novo encontro com as urnas. Até lá, muita verdade será dita, mas muito boato também... Muitas vozes serão caladas e outras já estão sufocadas, graças às “punições exemplares” como as dos exemplos acima.


Pensemos bem!

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