quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Provocado, volto a escrever...

A fonte não secou. Só o tempo que é escasso.

Por incrível que pareça, escrever num blog, embora seja gostoso e até recompensador, dá trabaho. Envolve certa pesquisa e ordenação das idéias.

Parei no ponto que tentava demonstrar que banco privado cobra, no consignado, juro muito maior do que banco público, na mesma operação. Mas eu teria de montar tabelinhas, fazer comparações, publicar – não deu! (por enquanto...:-)...

E, no meio do turbilhão, resolvi checar quanto teria de pagar de juros para tomar R$40.000,00 em um financiamento para "a compra da casa própria". Fiz simulações nos saites do BB, CEF e Itaú. E não é que o último tinha a melhor condição? Pois é – banana comendo macaco!

Tem muita coisa prá escrever, para dizer. Sobre escola pública, alunos, trabalhos, amigos, etc.

Aliás, lamento não ter tido tempo para me dedicar aos amigos – taí um bom tema: o DESBALANCEAMENTO das amizades. Por correria ou por não termos energia mesmo, acabamos por não dispensar o mínimo a quem merece.

Cabe a nós perguntar, constantemente, se o que estamos fazendo vale a pena, no curto, médio e longo prazo.

E, meio sem tempo mesmo, deixo aqui palavras de um guru do “mundo empresarial”:

"Meu pai costuma dizer sempre que se, quando você morrer, se tiver feito cinco amigos verdadeiros, então você teve uma vida notável" (Lee Iacocca) ...

E uma musiquinha, sobre a liberdade, que ontem me tocou, enquanto eu dirigia...


VAI

(Ana Carolina)

Espera aí!

Nem vem com essa história
Eu nem quero ouvir
Não dá pra te esquecer agora
Como assim?
'Cê disse que me amava tanto ontem
Eu juro que ouvi

Calma aí!
Que diabo você tá dizendo agora?
Que onda é essa de outro lance pra viver?
Você nem pode tá falando sério...
Vivi pra você
Morri pra você

Pois então vai!
A porta esteve aberta o tempo todo
Sai!
Quem tá lhe segurando?
Você sabe voar

Pois então vai!
A porta na verdade nem existe
Sai!
O que está esperando?
Você sabe voar

Então tá bom!
É, senta e conta logo tudo devagar
Não minta, não me faça, suportar
Você caindo nesse abismo enorme
Tão fora de mim

Tá legal!
É, e eu faço o quê com a nossa vida genial?
'Cê vai viver pra outra vida e eu fico aqui
Na vida que ficou em minha vida
Tão perto de mim
Tão longe de mim

(Pois então) vai!
A porta esteve aberta o tempo todo
Sai!
Quem tá lhe segurando?
Você sabe voar

(Pois então) vai!
A porta na verdade nem existe
Sai!
O que está esperando?
Você sabe voar
Uhuu, de volta pra mim
De volta pra mim...


Lindíssima!

Merece até uma "análise do poema" - a tensão entre os versos, a crença no outro, no verdadeiro amor, dentro de seus limites...


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